sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
FALECEU NO ULTIMO DOMINGO O "ESPINGARDINHA" DO CLUBE NÁUTICO, ÍDOLO DOS ANOS 50.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
EZECHIAS DA ROCHA, O SENADOR QUE INTITULOU O “PETRÓLEO É NOSSO”.
Ezechias Jerônimo da Rocha nasceu no dia 8 de dezembro de 1898 na antiga vila de Sertãozinho, atual município sertanejo de Major Izidoro em Alagoas. Era filho de Maria Umbelina Rocha e do Major Izidoro Jerônimo da Rocha, que seria homenageado dando o nome ao lugar. Iniciou os estudos ainda em Sertãozinho na escola da professora Leopoldina Ferreira e, já em Maceió, estudou no Colégio 11 de Janeiro, do professor Higino Belo. Para estudar Medicina transferiu-se para Salvador, onde concluiu o curso em 1921.De volta a Maceió, construiu uma vida profissional que o levou a ser chefe de clínica da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, professor de História Natural do Lyceu e do Instituto de Educação. Posteriormente, tornou-se professor de Medicina Tropical na Escola de Medicina de Alagoas, da qual foi um dos fundadores.
Obras
– A Vida dos Cristais (Ponto de livre escolha). Tese de Concurso à Cadeira de História Natural no Liceu Alagoano, Salvador, A Nova Gráfica, 1926;
– Metamorfose do Organismo Brizoário (ponto sorteado pela Congregação. Tese de Concurso à Cadeira de História Natural, no Liceu Alagoano), Bahia, A Nova Gráfica, 1926;
– Intoxicação Ciânica Endógena, Uma Hipótese Sobre a Etiopatogenia do Diabete. Conferência Lida na Sociedade de Medicina de Porto Alegre, em 6/4/48, Maceió, Arquivo da Sociedade de Medicina de Alagoas, 1948;
– Lusitânia, Maceió, Ed. C. Ramalho 1922 (poesia em homenagem aos aviadores portugueses Sacadura Cabral e Gago Coutinho);
– Dois Discursos, Maceió/Jaraguá, Livraria Machado, 1933;
– Por Deus e Pela Pátria!, Maceió, Ed. C. Ramalho, 1942;
– Quem Pode Cantar? , Rio de Janeiro, [s. ed.] 1963 (poesia);
– Sonetos, Maceió, 1965; Musa Antiga, Maceió, Orfanato São Domingos, 1947, prêmio Othon Bezerra de Melo, da AAL (poesia );
– Em Memória do Patriarca de Sertãozinho, Maceió, Orfanato São Domingos, 1947;
– Este Rio é Sempre o Rio, Rio de Janeiro, J. Ozon Editor, 1961 e Maceió, Orfanato São Domingos, 1967 (poesia );
– A Epopéia da Baleia, Rio de Janeiro, J. Ozon Editor, [s.dt.] (poesia );
– Poemas Autografados, Rio de Janeiro, 1974;
– 13 Sonetos, prefácio de Lima Júnior, Maceió, [s. ed.], 1961;
– Cidade Maravilhosa, Em Comemoração do IV Centenário da Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, Maceió, Ed. Figueiredo, 1964 (poesia );
– Sonetos, Maceió, 1965; Vamos Caçar Cegonha, Rio de Janeiro, 1971 2ª edição BENFAM, (poesia);
– Cantos Natalinos, Rio de Janeiro, Valentim Gráfica Editora, 1982;
– Cantos do Natal, Rio de Janeiro, Livraria H. Antunes, 1956;
– 100 Quadrinhas, Maceió; Minha Terra, prefácio de Paulino Santiago, 1954 (dat.);
– Poemas Natalinos, Rio de Janeiro, 1982; O AntiCristo. 666;
– Sonetos e Outros Poemas, Alagoas, 1974;
– A Eucharistia, o Pão da Paz (Discurso Pronunciado na Matriz de Jaraguá por ocasião da Semana Eucharística, Realizado no Mês de Outubro de 1937), Maceió, Gráfica Orphanato São Domingos, 1938;
– Petróleo Para Alagoas. Por Ezechias da Rocha e Igor Tenório, Maceió, Casa Ramalho Editora, 1956;
– Adeus à Belacap. Cidade das Maravias, Rio de Janeiro, J. Ozon Editor, [s. dt.];
– Trata-se Efetivamente do Fêmur do Megatério – É o Que Nos Diz o Dr. Ezequias da Rocha, Dedicado Amador da Paleontologia Entre Nós; Revista do IHGA, v. XX, Anos de 1938-1939, p. 53-57 ( originalmente publicado na Gazeta de Alagoas, de 21/06/1938);
– Discurso do Dr. Ezequias da Rocha na Sessão com que o Instituto celebrou o cinquentenário da Rerum Novarum, Revista do IHGA, v. 21, anos 1940-41, Maceió, s/d, p. 118-119;
– O Galo de Belém, Revista da AAL, n. 03, p. 19-20 (poesia);
– Poesia, Revista da AAL, n. 04, p. 21-24;
– Sonetos, Revista da AAL, n. 5, p. 17-19;
– Ciúme do Mar, Revista da AAL, n. 6, p. 23-25 (poesia);
– Sonetos, Revista da AAL, n. 7, p. 33-35;
– Diversos, Revista da AAL, n. 8, p. 18-23 (poemas);
– Canto Nativo, Revista da AAL, n. 9, p. 20(poesia);
– Colaborador de diversos periódicos, em especial no Jornal de Alagoas e no Imparcial (BA).
sábado, 31 de outubro de 2015
MODELO DE AÇÃO PARA LIBERAÇÃO DO REMÉDIO PARA CURA DO CANCER "FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA".
AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER COM PEDIDO
ANTECIPAÇÃO DE TUTELA INAUDITA ALTERA PARTE PARA LIBERAÇÃO E ENVIO DO MEDICAMENTO “fosfoetanolamina sintética”:
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
LIVRO NOSSA TERRA E NOSSA HISTÓRIA.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
COMEMORAÇÃO DO ANIVERSÁRIO DE 163 ANOS DE NASCIMENTO DO MAJOR IZIDORO JERÔNYMO DA ROCHA, PATRIARCA DA FAMÍLIA ROCHA.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
A MUDANÇA DA FEIRA LIVRE EM SANTAN DO IPANEMA NAS SEGUNDAS FEIRAS, POR DURVAL JERÔNYMO DA ROCHA
domingo, 24 de maio de 2015
CAPITULINO UMA FIGURA ILUSTRE E INESQUECÍVEL DE MAJOR IZIDORO.
Capitulino era uma figura
muito ilustre na cidade. Fazia mandados para as famílias e só
andava com seu famoso paletó. Também tinha um cachimbo enorme, que parecia um
cachimbo de índio. Nas décadas de 1960 e 1970, durante muitos anos, passava de
casa em casa e fazia as três refeições diárias. Tomava café na casa de Dona
Alice, onde começava com uma sopinha. Depois, passava lá em casa e comia um
cuscuz com carne e, pela manhã, uma coalhada. Passava também na casa de Pedro
Edson, Custódia, Benício França, Antônio Wanderley e por aí afora. Mesmo assim,
conseguia passar de casa em casa, sempre contando histórias. Dizia que, na
década de 1930, quando ainda era jovem, trabalhava como transportador de
encomendas e cartas de Major Izidoro até Viçosa, atravessando a praça pública
ou mesmo percorrendo as ruas. Dessa forma, também fez história em nossa terra! Capitulino
era uma pessoa muito querida, conhecida por seu jeito carismático e por sua
presença marcante em nossa comunidade. Deixou saudades e boas lembranças em
todos aqueles que tiveram a oportunidade de conhecê-lo. Saudades dessa pessoa tão
humana e sempre carismática! Capitulino, como era chamado, percorria Major
Izidoro, Quebrangulo e as matas adentro, tornando-se uma figura inesquecível de
nossa história. Ele deveria ser lembrado por meio de uma estátua em nossa
cidade.











